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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Pesquisa da Unicamp estuda a empatia dos médicos e joga luz sobre perfil profissional

Marcelo Schweller e Marco Antônio de Carvalho Filho
Uma pesquisa realizada na Unicamp tenta entender como a própria vivência e ensino durante a Faculdade de Medicina provoca no médico uma espécie de antipatia, ou seja, um distanciamento e indiferença do médico em relação ao paciente e o foco exclusivo na doença. A pesquisa também pode servir para entender o perfil dos médicos brasileiros e, até, a reação da classe em relação à presença de colegas cubanos no Brasil.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Dia Internacional da Síndrome de Down é comemorado nesta quarta-feira

Diversas ações educativas são realizadas em todo o Brasil  nesta quarta-feira (21), em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais no par 21. Atualmente, a data ganha boa notícia – com os avanços da medicina, a expectativa de vida dos portadores da modificação genética subiu de cerca de 15 anos, em 1947, para 70. Os dados são da Santa Casa de São Paulo.
No Congresso, o tema será abordado durante todo o dia. Segundo dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), o número de casos no país supera os 300 mil. A Síndrome de Down pode atingir um entre 800 ou 1000 recém-nascidos. A variação deve-se ao fato de a incidência do distúrbio aumentar em filhos de mulheres mais velhas.
Segundo Juan Llerena, médico geneticista do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 60% dos casos ocorrem em mães com mais de 35 anos. “Em jovens, a probabilidade é de um bebê com down para cada 1752 partos. Aos 40, o risco sobe de um para 80”, exemplifica o médico.
O transtorno pode ser detectado já nos exames pré-natais e confirmado através de avaliações laboratoriais após o parto. Estes procedimentos indicam ainda a severidade do distúrbio e a possibilidade de o casal ter outra criança com a síndrome.
Reação dos pais
Ainda hoje, apesar das campanhas de esclarecimento e de desmistificação da Síndrome de Down, muitos pais ainda se sentem inseguros ao receber a notícia de que os filhos têm o transtorno. É o que relata a psicóloga Ceci Cunha, do Serviço de psicologia médica do Instituto Fernandes Figueira.
“Os pais tendem a idealizar uma imagem de seus filhos e qualquer criança que saia deste padrão esperado os choca. Muitos se questionam o porquê, se sentem culpados por ter desejado ou não a gravidez e querem saber o que teriam feito de errado. Têm medo de que o mesmo possa ocorrer em uma futura gravidez. Então nós conversamos, tentamos compreender o que a criança representa na vida deles e iniciamos um trabalho de apoio. É um longo processo, mas com o tempo eles costumam aceitar melhor”, conta.
Características
Indivíduos com Síndrome de Down podem apresentar algumas ou todas as características ligadas ao distúrbio. Entre elas estão o comprometimento intelectual, dificuldades motoras e na articulação da fala, rosto arredondado, mãos e orelhas pequenas, além de olhos semelhantes aos de orientais. Também estão mais suscetíveis a determinadas doenças. “Cerca de 40% tem doenças cardíacas estruturais, um índice muito maior do que o registrado na população em geral. Também são muito comuns os problemas na glândula da tireóide em mulheres com down", aponta Llerena.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Varela Santiago: é preciso repensar as verbas

http://www.nominuto.com/_resources/files/_modules/news/news_35032_big_200907181201014731.jpgA palavra Luta é o que define a “vida diária” do Hospital Infantil Varela Santiago (HIVS).

Tive o prazer de vivenciar por alguns meses a realidade de um Hospital que se mantêm pela força de vontade e empenho de um homem, Dr. Paulo Xavier e uma equipe, que vem tentando
incansavelmente conseguir apoio do poder público e de empresários para manter uma estrutura que é referência em atendimento infantil.

Muitas mães depositam no Varela a esperança da cura de suas crianças. Toda uma estrutura é colocada à disposição dos pacientes. Médicos, voluntários, Psicólogos, Enfermeiros, Pedagogos, Técnicos e colaboradores se empenham em desenvolver um atendimento condizente com a marca de competência do HIVS.

Para manter toda essa estrutura é necessário um apoio financeiro elevado. Por esse motivo recentemente recebi a má notícia do possível fechamento das neurocirurgias principalmente por questões financeiras.

O Governo do Estado é um dos apoiadores do Varela Santiago. Segundo informações repassadas pelo Secretário de Saúde, o estado contribui com algo em torno de R$ 490 mil reais por mês sendo 130 mil só com pessoal, além de plantões, gases medicinais, Serquip- manutenção de equipamentos de UTI.

É fato que não se pode culpar o governo ou o município pelas dificuldades, pois o que está acontecendo é um aumento na demanda do Hospital, porém, é necessária a sensibilidade do poder público em entender esse momento e repensar os valores e repasses, além de uma forma de resolver o imbróglio sem que o Hospital tenha que se sujeitar e fazer apelo à imprensa todas as vezes que chega nessa Situação.

Vamos Aguardar.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Pacientes que trabalham imagem corporal no tratamento da obesidade tendem a emagrecer mais

A obesidade aumenta o risco de diabetes e doenças cardíacas, e pode encurtar significativamente o tempo de vida das pessoas, sendo um dos principais males da modernidade. Buscando formas de controlar sua disseminação, pesquisadores portugueses e britânicos perceberam que melhorar a forma como os pacientes se relacionam com suas imagens corporais pode aumentar a eficiência de programas para perda de peso baseados em dieta e exercícios.

Estudo publicado na revista "International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity" e elaborado na Universidade Técnica de Lisboa, em Portugal, e da Universidade de Bangor, no Reino Unido, avaliou mulheres acima do peso e obesas num programa de perda de peso com um ano de duração.

Metade delas recebeu informações gerais sobre boa nutrição, controle do estresse, e a importância de cuidar de si mesma. A outra metade participou de 30 reuniões semanais (plano de intervenção) onde foram discutidas questões como exercícios físicos, relação entre o emocional e a comida, formas de melhorar a imagem e como reconhecer isso, além de superação de barreiras pessoas para a perda de peso.

De acordo com informações do Globo, mo plano de intervenção, as mulheres descobriram que a forma como elas viam seus corpos melhorou e as preocupações com formato e tamanho diminuíram. Comparado ao grupo de controle, elas eram mais capazes de regular suas próprias dietas e perderam mais peso, cerca de 7% do peso inicial, comparado com 2% do grupo de controle.

domingo, 10 de julho de 2011

Quiz: Você sabe a diferença entre gripe e alergia?

No site Yahoo, na sessão de Saúde, existem muitas matérias interessantes. Entre elas está um teste (Quiz) para saber o grau de conhecimento que temos na diferenciação entre Gripe e Alergia.

Então: Você sabe a diferença entre gripe e alergia?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Bom Dia: Conheça 11 benefícios que o sorriso traz para a sua saúde

por Carolina Gonçalves

Na correria do dia a dia, é muito comum nos estressarmos com os empecilhos da rotina ou ficarmos extremamente cansados no fim do dia, sem vontade de fazer nada. Embora pareçam não ter remédio, esses males podem ter uma solução muito simples: sorrir! É de graça e você não precisa de mais nada além de você mesmo para isso.

O riso, além de trazer aquela sensação de bem-estar que todo mundo conhece, pode ser um grande aliado da saúde, ajudando a prevenir doenças e auxiliando o organismo a cumprir as suas funções diárias. É benefício da cabeça aos pés! Veja aqui tudo o que uma boa gargalhada pode fazer por você: 

Coração
Uma pesquisa na Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA), afirma que o riso pode reduzir o risco de doenças cardíacas. A equipe separou dois grupos de pessoas que tinham sofrido um ataque cardíaco e estavam sob cuidados médicos. O primeiro grupo assistia a vídeos de humor durante 20 minutos, todos os dias.

Após um ano, esse grupo apresentou uma queda de 66% da proteína C-reativa, que é um marcador da inflamação e do risco de problemas cardiovasculares. A queda dessa substância no outro grupo foi de apenas 26%. Como conclusão, as pessoas que riram mais tiveram o risco de problemas cardíacos reduzido significativamente. 

Colesterol e diabetes
Dar boas risadas pode aumentar os níveis de colesterol bom no sangue, de acordo com uma pesquisa realizada na Universidade Loma Linda. Os pesquisadores acompanharam 20 pacientes diabéticos com altas taxas de colesterol ruim no sangue. Todos usavam remédios para controlar esses problemas.

Metade desses pacientes continuou com o tratamento padrão, enquanto a outra metade, além de tomar a medicação, assistia a filmes de comédia diariamente, durante 30 minutos. Após um ano, o grupo que foi estimulado a gargalhar elevou seus níveis de HDL, o bom colesterol, em até 26%. No grupo de controle o aumento foi de apenas 3%.  

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dormir muito ou pouco pode envelhecer o cérebro em até sete anos

Estava lendo a sessão de Saúde do site Yahoo e vi essa matéria interessante sobre um estudo onde relaciona o sono ao envelhecimento e pelo qual destaca que é indicado dormir de 6 a 8 horas, além de uma alimentação saudável e bons hábitos para que não haja diminuição das funções cognitivas e envelhecimento cerebral precoce . 

Veja a Matéria

Exagerar nas horas do sono é prejudicial tanto quanto dormir pouco. Um estudo feito pela University of London, Inglaterra, e publicado pelo periódico Sleep, indica que dormir menos de seis horas ou mais de oito horas diárias pode envelhecer o cérebro em até sete anos, já que aumenta a velocidade do declínio cognitivo e afeta habilidades, como o raciocínio. A pesquisa alerta que a piora das funções cerebrais pode até mesmo adiar o declínio físico, causando morte precoce.

Os testes feitos pelos pesquisadores mediram memória, raciocínio, vocabulário, fluência fonêmica, estado cognitivo global e fluência semântica em 5.431 voluntários (1.459 mulheres e 3.972 homens) de 45 a 69 anos de idade, durante cinco anos. 

Entre as pessoas que dormiram mais do que o recomendado, 7 a 8% tiveram resultados inferiores em todos os testes cognitivos, menos nos relacionados à memória verbal de curto prazo. Já entre os que dormiram menos que o indicado, um quarto das mulheres e 18% dos homens sofreram diminuição em sua capacidade de raciocínio e vocabulário.

Os pesquisadores observaram que as mulheres que dormiram por, aproximadamente, sete horas por noite renderam os melhores resultados de todas as medições cognitivas, seguido por seis horas de sono.

Os homens obtiveram resultados satisfatórios quando dormiram entre seis e oito horas, sendo que apenas sonos muito curtos (de menos de seis horas) ou muito longos (mais de oito horas) foram associados a resultados baixos.

Assim, pessoas que dormem o tempo ideal, segundo a pesquisa, vivem mais. Enquanto pessoas que dormem tempo insuficiente possuem suas capacidades cerebrais reduzidas, quem dorme o suficiente fica mais longe de doenças mentais e físicas, garantindo melhor qualidade de vida no período que precede a terceira idade

Garantindo uma boa noite com alimentação Para garantir uma boa noite de sono, até mesmo a alimentação tem um papel importante. Segundo a nutricionista Salete Campos , do Hospital de Clínicas da Unicamp, existe nos alimentos uma substância que favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o equilíbrio durante a noite: o triptofano. "Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".

Essa substância pode ser encontrada em carnes magras, peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda regula o nosso relógio biológico.

A insulina também tem papel importante no padrão do sono. Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue, costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos. Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como uma fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode causar distúrbios do sono.

Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na 'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica Salete. Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos, massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta.

Vitamina B6 e magnésio são outros nutrientes essenciais para que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama. Segundo Salete, os dois também estão envolvidos na produção da serotonina. A vitamina B6 está presente em frango, atum, banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz integral, cará e semente de gergelim. O magnésio em alimentos como tofu, soja, caju, tomate, salmão, espinafre, aveia e arroz integral. 

Além de saber o que fazer, é bom ter consciência do que é preciso evitar. Se o objetivo é deitar e relaxar, não exagere na quantidade de alimentos e na ingestão de comidas gordurosas. Entretanto, de nada adianta refeições equilibradas e ricas nos itens acima se antes de dormir não houver cautela com as bebidas consumidas.

Para não correr o risco de ter uma noite de sono agitado ou com pesadelos, a orientação da especialista é não beber líquidos que são fontes de xantina e cafeína, que estimulam o sistema nervoso central. Entre eles: chocolate, café, chá preto ou mate, guaraná, refrigerantes à base de coca e, claro, bebidas alcoólicas. No caso de serem consumidos, é aconselhável que seja quatro horas antes do sono.

Se, mesmo observando as orientações acima, você acaba passando mais tempo tentando dormir do que dormindo de fato, a nutricionista diz que o chá de camomila é uma boa alternativa. "Uma florzinha de longa data, conhecida de nossas tataravós que sempre foi usada para acalmar crises de nervosismo. Ela tem efeitos relaxantes, ameniza a ansiedade e reduz a depressão". 

domingo, 20 de março de 2011

Maus tratos: Você é um Animal. Posso te envenenar quando me for inconveniente?


A denúncia

A pergunta que faço no título é um pouco estranha, mas vou explicar.

Estava lendo as notícias do nosso estado e me deparei com uma matéria/denúncia publicada pelo conceituado fotojornalista Canindé Soares em seu site (www.canindesoares.com).

A denúncia dava conta da matança de gatos no Condomínio Alameda dos Eucaliptos. A morte dos animais estaria acontecendo por envenenamento. O mais triste é saber que vitimou três fêmeas, além de seus filhotes de aproximadamente 20 dias que estão correndo o risco de morrer.

Vamos raciocinar:

Racionalidade: “O Nosso Mundo Animal”

O Planeta terra é um ambiente em que conseguimos viver, respirar e usar os recursos naturais; Somos animais e convivemos com outras espécies; O que nos diferencia dos outros animais é nossa racionalidade.

Essas frases nos remetem ao pensamento de uma possível superioridade do ser humano. É fato que na nossa contemporaneidade dominamos as tecnologias e controlamos, com nossa inteligência e técnicas desenvolvidas durante anos, os outros animais.

Com essa afirmação faço uma indagação: Por que matar animais já que podemos controlá-los?

Essa é uma pergunta cuja resposta é subjetiva. Cada pessoa, devido a sua cultura e influências do meio, poderá pensar de uma forma diferente. Porém, devemos nos perguntar: Será que matar os animais é correto? Será que gostaríamos de ser envenenados, maltratados, jogados na rua, chutados e pisoteados? Acredito que não.


Somos seres Biopsicossociais, sexuais e convivemos com a natureza.

As semelhanças entre o ser humano e os outros animais são muitas. Essas semelhanças podem ser tanto biológicas, no sentido da manutenção da vida através da respiração, alimentação, digestão, quanto sociais. Os outros animais também possuem vida social e sexual. É fato.

A diferença nisso é que conseguimos criar cidades, diminuir as doenças com o movimento higienista e desenvolver técnicas para prevenir e tratar as zoonoses. Usamos nossa racionalidade.

Agora, depois de anos, se deparar com imagens como essa de maus tratos a animais onde existem, além de conhecimento, leis apropriadas para punir, é repensar essa racionalidade.

Os condomínios, os animais domésticos e os “animais de rua”

A presença de animais em condomínio nada mais é do que o reflexo das estatísticas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade dos brasileiros têm algum bicho de estimação em casa.

A presença deles é sempre discutida nas assembléias devido à falta de cuidado com que alguns donos têm com os seus animaizinhos e muitas vezes os cuidadosos acabam “pagando o pato” pelo descuido dos outros.

Entre as reclamações estão as fezes dos animais, que geralmente ficam expostas e, dependendo do caso, podem ocasionar uma zoonose e ser transmitida para o humano.

O que acontece é que existem muitos animais, principalmente gatos de rua, que entram nos condomínios sem serem notados e acabam sendo confundidos com animais domésticos. Esses animais geralmente não têm acompanhamento veterinário e podem realmente ser proliferadores de algumas doenças. Mas não se pode simplesmente eleger os animais como inimigos e “sair matando” como um "Hitler" no campo de concentração.

O correto é procurar o dono do animal para tentar alertá-lo sobre os ocorridos. Caso não consiga um acordo, procurar o Síndico/administrador do condomínio. Esse administrador deve ser uma pessoa que tem um perfil conciliador, mediador e não promover intrigas entre os moradores. O Administrador também deverá ter a sensibilidade para diferenciar cada caso. Esse trabalho deverá ser feito constantemente, pois a possibilidade de um animal de rua entrar em um condomínio é muito grande. A título de sugestão, o síndico poderia eleger uma comissão, ou equipe, para cuidar da fiscalização e controle desses animais. Na descoberta de animais de rua, esses devem ser levados para o Centro de Zoonoses ou para a adoção (recomendo).

Os Centros de Zoonoes, ao receberem os animais, realizam exames, vacinas contra raiva e ficam aguardando a adoção.

Procure a Secretaria de Saúde da sua cidade.

Em Natal deve-se procurar a Secretaria de Saúde para orientações pelo telefone 4006-6600 ou pelo email sms@natal.rn.gov.br.

Em Parnamirim, que foi o ocorrido da denúncia, também deverá buscar orientações pela Secretaria de Saúde no telefone (84) 3644-8100.

Lei de Crime Ambiental

Existe lei específica para as questões de maus tratos a animais. A lei de Crimes Ambientais - Lei 9605/98, salvo revisão, estipula pena de três meses a um ano e multa para os crimes contra a vida ou maus tratos.