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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Minha Subliminar de hoje: "Eu Quero Botar Meu Bloco na Rua"

sexta-feira, 27 de abril de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

Missão suicida: reparar cabos elétricos de alta tensão é pura adrenalina


A emissora americana PBS está fazendo um documentário sobre os altos perigos das profissões de companhias que reparam o sistema de energia elétrica. Ontem, um vídeo breve publicado no canal oficial da empresa no YouTube mostra parte dos riscos que esses técnicos correm diariamente. 

No clipe, alguns profissionais voam de helicóptero até o local em que alguns cabos de alta tensão apresentam problemas. Para evitar um choque de 230 mil volts, um dos técnicos prende um aparelho no cabo que força a energia elétrica a circular em volta do aparelho de aviação. 

 O corajoso homem fica sentado na beira do helicóptero e faz o reparo manualmente apenas com a proteção de luvas. Segundo o relato do técnico, não há como sentir a energia elétrica fluindo pelo corpo, mas os cabos têm uma vibração muito forte. Haja coração! 

Fonte: Tecnomundo

sexta-feira, 20 de abril de 2012

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Veja os baixinhos que fizeram história

Muito Boa essa matéria.

Para quem é baixinho é um incentivo.

Americano tem urso polar de estimação

Que cachorro, que nada! O canadense Mark Dumas, de 60 anos, é o único homem do mundo que pode brincar com um bicho um tanto quanto agressivo: um urso-polar.

Agee, o urso de estimação de 400 quilos, tem 16 anos e se diverte com seu dono naturalmente, sem apresentar nenhum sinal de agressividade. Olha só essa dupla sensacional:


Fonte: Yahoo

quarta-feira, 21 de março de 2012

Dia Internacional da Síndrome de Down é comemorado nesta quarta-feira

Diversas ações educativas são realizadas em todo o Brasil  nesta quarta-feira (21), em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais no par 21. Atualmente, a data ganha boa notícia – com os avanços da medicina, a expectativa de vida dos portadores da modificação genética subiu de cerca de 15 anos, em 1947, para 70. Os dados são da Santa Casa de São Paulo.
No Congresso, o tema será abordado durante todo o dia. Segundo dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), o número de casos no país supera os 300 mil. A Síndrome de Down pode atingir um entre 800 ou 1000 recém-nascidos. A variação deve-se ao fato de a incidência do distúrbio aumentar em filhos de mulheres mais velhas.
Segundo Juan Llerena, médico geneticista do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 60% dos casos ocorrem em mães com mais de 35 anos. “Em jovens, a probabilidade é de um bebê com down para cada 1752 partos. Aos 40, o risco sobe de um para 80”, exemplifica o médico.
O transtorno pode ser detectado já nos exames pré-natais e confirmado através de avaliações laboratoriais após o parto. Estes procedimentos indicam ainda a severidade do distúrbio e a possibilidade de o casal ter outra criança com a síndrome.
Reação dos pais
Ainda hoje, apesar das campanhas de esclarecimento e de desmistificação da Síndrome de Down, muitos pais ainda se sentem inseguros ao receber a notícia de que os filhos têm o transtorno. É o que relata a psicóloga Ceci Cunha, do Serviço de psicologia médica do Instituto Fernandes Figueira.
“Os pais tendem a idealizar uma imagem de seus filhos e qualquer criança que saia deste padrão esperado os choca. Muitos se questionam o porquê, se sentem culpados por ter desejado ou não a gravidez e querem saber o que teriam feito de errado. Têm medo de que o mesmo possa ocorrer em uma futura gravidez. Então nós conversamos, tentamos compreender o que a criança representa na vida deles e iniciamos um trabalho de apoio. É um longo processo, mas com o tempo eles costumam aceitar melhor”, conta.
Características
Indivíduos com Síndrome de Down podem apresentar algumas ou todas as características ligadas ao distúrbio. Entre elas estão o comprometimento intelectual, dificuldades motoras e na articulação da fala, rosto arredondado, mãos e orelhas pequenas, além de olhos semelhantes aos de orientais. Também estão mais suscetíveis a determinadas doenças. “Cerca de 40% tem doenças cardíacas estruturais, um índice muito maior do que o registrado na população em geral. Também são muito comuns os problemas na glândula da tireóide em mulheres com down", aponta Llerena.